quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Crasch!
que biológica... Mas na hora do adeus é o corpo que paga por esse estado de alienação. faziam bem. Então fiquei muito enjoado e comecei a vomitar..."
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Lisboa dividida.
sábado, 11 de setembro de 2010
invejoso
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Das artes da pequenez humana...
Ah, homem pequeno, eu te conheço bem.
sábado, 28 de agosto de 2010
insone
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Ode às moças que viram mulher!
sábado, 21 de agosto de 2010
menina bonita
Quando te digo que és linda
Sei que não me podes compreender
Não vês o que eu vejo, quando eu olho pra você.
Lindas são muitas, são tantas, mulheres existem
Belezas, como se não pudesse outra igual
Mas quando te digo que és linda
Não traduzo as estéticas de um ideal
Transponho do amanhecer do dia
O mistério das claridades mais brilhantes
Que no sol dos teus olhos negros
iluminam este rosto tão doce
que nunca canso de rever.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Oração do Circo
domingo, 18 de julho de 2010
Melissa cor de rosa!
quinta-feira, 3 de junho de 2010
alter ego
Encaixe
Como uma praga ao vento
O tempo trouxe para as fêmeas da espécie
o esquecimento da arte de se encaixar.
De tudo do bom conquistado
Resgate do outrora usurpado
verdades, direitos, oportunidades,
como um sutil defeito
o tempo também produziu
um total esquecimento da arte de se encaixar.
Tanto para as grandes
quanto para as pequenas
De pé ou deitados no leito,
sempre existia uma forma,
sempre existia um jeito,
sem nada dizer, sem nada explicar
homem e mulher, um só tornados
harmonia pacificada no silencio cúmplice
de um encontro dos corpos,
opaca fonte de toda unidade.
De que servem estes braços fortes
De que servem estes ombros largos
Se neles você não vem se albergar
Se a autonomia te fez esquecer
O quanto é bom ter um ninho cálido
para alienar-se por um par de horas
ou apenas por alguns segundos,
sentir-se protegida, amada, querida.
Se fazer minha, fazer-me seu.
Deixar-se ficar no vão das minhas costelas
Rememorar miticamente que este lugar
Sempre te pertenceu, é, e será sempre seu
Desde as origens, pedaço arrancado
Que encontra de volta o seu lugar
Devolve ao meu corpo a integridade perdida
Completa o desenho deste quebra cabeças
Peça perdida que insistia em faltar.
Dá sentido e traz de volta a alegria a minha vida,
Vem mulher, recobre a sua memória,
Venha em mim se encaixar.
INICIANTE I
INICIANTE II
Escrevo ainda com medo do
tamanho que meus versos possam ter.
Como se receasse de repente
que por vontade mágica eles
se pusessem a crescer.
E no meu coração tão pequeno
tão grandes não fossem caber.
Bobagens de quem não conhece o ofício
Que versos são só versos
Nada que se mereça temer.
É que a poesia é assim mesmo.
Seu uníco risco?
- revelar o meu ser!
sábado, 29 de maio de 2010
Indagaciones
Indagaciones
Por favor, aclárame muchacha,
si lo entiendes, mas que yo lo sé,
¿Porque es que yo presiento a ti,
que apenas a poco, conocí
tal cual si fuera una anticua conocida?
Una dulce amiga, un ángel fémina,
salido de alguna ancestralidad
azteca o maya, mezclada quizá,
- perdóname, imploro, mi ignorancia antropológica-
que desde el fondo del tiempo
retornó, en instante , para a mi encontrar.
Y su mera presencia interroga acerca de cosas tan difíciles,
tales como, do que sé yo, de la eternidad
acerca do que és esto que lo siente
y lo que podrá venir a ser..
Acerca do que se trata el amor,
tan sutil sentimiento, que desde miles de anos,
como enigma a todos perturba
hombres y mujeres; filósofos y hombres de religión.
A todos aquellos que ya amaran un día
sien que lo sepan explicar.
¿Y porque, muchacha, de tales cosas
Usted se pone a ocuparse?
Quedate tranquila, no ansia tanto.
Es aun tan joven, tan guapa, tienes lindos ojos
Que hablan de tanta belleza,
que sonríen anchos y revelan
la delicadeza de su alma.
No te molestes con tantas preguntas,
que si no tienes la eternidad,
muchos y muchos anos más a ti, esperan
y hay que desfrutados, no te olvides,
vivirlos en todos sus meses,
semanas, dias, horas y minutos.
Oxalá, despues de todo, sea possible algo saber.
Y solamente así, en esta secuencia del tiempo,
a muchas cosas más podrás conocer.
No sé, és verdad, se pasado todo ese tiempo
Encontrarás respuestas tan claras
para tanta indagación
lo somatório de experiências compartidas
as veces poco puede decir,
todavia el poco és el mejor
Con que la existência viene a nos brindar.
Besos!
sexta-feira, 28 de maio de 2010
OPÇÃO
Não sou poeta por escolha
Tal destino não escolhi
A poesia que brota de mim
Nasceu comigo quando nasci,
É que ficara escondida,
Como das praias conchas na areia
Paixão sofrida a revelou
Do barro do garimpo ouro na bateia.
Outra sina se eu pudesse
Certamente escolheria.
Outra, que não fosse essa:
Que na vida não fizesse versos;
Que o amor não me pregasse peças.
loteria
Duas vidas como as nossas
tal qual paralelas parecem seguir
que somente no infinito
tem a chance de se encontrar...
Ainda bem que, desmentindo essa hipótese,
já nos encontramos uma vez...
É por isso que imagino
como coisa bem possível
que, quem sabe outra vez, de novo,
a vida feita surpresa,
faz seu caminho cruzar com o meu!
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Deixar partir... outra escanção..
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Saudades de você! Curiosas saudades... Fragmentos poderosos que constroem uma simpatia que todavia carece de lastro, de vida vivida, de acontecências comuns... Mistérios do bem querer de almas, as vezes tão descompassadas no concreto das coisas, entretanto imaginosas de bons encontros, boas palavras... de um compartilhamento de sossêgos... Será menina ...? Aqui estou reconstruindo o meu ser para outros futuros... Tudo vive e eu ainda não me aquietei! Hora dessas apareço para um café, mas careço de convites... Sem fotitas no orkut e sem saber tanto de memoria, voce vira pura imaginação...!




