
Sou poeta a muito pouco,
Do ofício não tenho calos na mão
Dai ser pequena minha poesia,
Poesia de anão.
Sou poeta ainda agora
De um instante fugaz
como o piscar do vagalume
Dai ser serra branda minha poesia
Não ser montanha de alto cume.
Sou poeta pedindo desculpas
por versos perfeitos ainda não ter
Mas afianço-lhes que a minha poesia
é planta nova querendo crescer.
Maio de 1979
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